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Sinistros de seguros

Reguladores de sinistros se afogam em textos de apólice e precedentes. A resposta lenta e a resposta errada custam o mesmo

O departamento de sinistros de uma seguradora funciona com documentos assim como um tribunal funciona com a lei: textos-mestre de apólices, endossos, boletins regulatórios, decisões anteriores e o próprio processo do sinistro. Um regulador que decide uma cobertura precisa segurar tudo isso ao mesmo tempo. Quando a cláusula relevante está enterrada três endossos abaixo, a resposta chega lenta, ou chega errada, e uma decisão de cobertura equivocada sai cara nos dois sentidos: um sinistro válido negado convida a uma reclamação, um inválido pago é um vazamento.

Como o OEP se encaixa

O que existe hoje

Esta é uma direção arquiteturalmente relevante, não um produto implantado. As bases de que ela precisa são o núcleo do OEP: corpora versionados, recuperação verificada por evidências, primitivas de auditoria, fidelidade em nível de página. Definimos isso com um parceiro de design, começando por uma linha de produto e uma família de textos de apólice.

O que não vamos dizer

Não vamos afirmar um sistema de sinistros implantado, precisão atuarial, ou que alguma ferramenta decida a cobertura. O objetivo é dar aos reguladores o texto vigente em segundos, com um registro que possam defender.